Flauta Doce
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Flauta Doce

Embora alguns pensem que ela é para ser tocada apenas por crianças, talvez pelo nome singelo que lhe foi dado, por produzir um som suave, doce, porém, há inúmeras obras de compositores renomados, escritas originalmente para o instrumento, ricos em sua maestria, e valor histórico.

 

A Flauta Doce pode ser utilizada em músicas populares como: Cai, Cai Balão, Capelinha de Melão e tantas outras, mas também em músicas escritas por J.S.Bach, G.F.Handel, entre outros.

 

O instrumento pode ser uma ferramenta para o estudante, no aprendizado de teoria musical; para o desenvolvimento da leitura musical (partitura); para a ampliação do conhecimento do repertório para o instrumento; no auxílio da compreensão da história da música, através de compositores que escreveram para o instrumento no decorrer dos séculos; para adquirirem ou melhorarem sua percepção rítmica e/ou melódica, etc., etc.
 
 

 

Flauta Doce (Al. Blockflöte; Fr. Flûte à bec; Ing. Recorder; It. Flauto Dolce)

 

Instrumento retilíneo de sopro, em madeira ou plástico, com oito orifícios; é soprado pela extremidade, através de um bocal em apito. A flauta doce renascentista era feita em duas partes: a cabeça, com seu típico bocal em forma de cunha e o corpo, numa peça só com o pé, sendo Giovanni Ganassi como o grande luthier desse período. A flauta doce barroca era feita habitualmente em três seções articuláveis: a cabeça, o corpo e o pé. As principais flautas utilizadas atualmente (com extensão de duas 8ªs, partindo da nota mais grave) são: Soprano (dó''), Contralto (fá'), Tenor (dó'), Baixo (fá); as menos utilizadas: Sopranino (fá''), Contrabaixo (dó), Sub-baixo (Fá), também existem flautas doces com alturas intermediárias como a tenor em ré', também chamada de flauta de voz. A flauta doce, em diferentes períodos, foi chamada de "flauta de bisel" ou "flauta inglesa". Durante o Renascimento, era basicamente um instrumento para música de câmara. Praetorius (? 1571-1621) descreveu-a com oito tamanhos (de Exilent a Grossbass), o inventário de Henrique VIII menciona 76 flautas doces em jogos de quatro a nove instrumentos. O período barroco assistiu à difusão da prática da flauta doce como instrumento solista ou como membro de conjuntos. As partes de "flauta" nas obras dramáticas de Purcell são originalmente para flauta doce, e Bach usou-a extensamente em suas cantatas, oratórios e paixões bem como em dois dos Concertos de Brandenburgo, o n°2 e o n°4. Handel, Loillet, e especialmente Telemann compuseram para flauta doce em conjuntos menores. Vivaldi escreveu sonatas e concertos para flauta doce. Muitos compositores do séc.XX escreveram para flauta doce, sobretudo Britten, Orff, Henze, Genzmer, Bartók, Kodály, Berio, Hirose, entre outros.

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